DIRETO DA FAZENDA

quinta-feira, 30 de junho de 2011

FOTOS DA VITIMA DO ATAQUE DO TUBARÃO NO PINA

IMAGENS FORTES E IMPRESSIONANTES DA FORÇA DESSE ANIMAL...
Que sirva de exemplo para que a imprudencia não forme mais vitimas...






De acordo com informações do Instituto Oceanário de Pernambuco, a localidade da Praia do Pina, onde ocorreu o ataque de um tubarão a um jovem na manhã desta quarta-feira (29), é uma área onde a prática de surf e qualquer outro tipo de esporte náutico é proibida por decreto do governo estadual. Segundo o presidente do Instituto, Alexandre Carvalho, a área de probição desse tipo de prática no litoral pernambucano compreende o trecho que vai desde a praia de Zé Pequeno, no Bairro Novo, em Olinda, até a praia do Paiva.O que inclui totalmente a praia do Pina. 

Alexandre informou ainda que esse período do ano, por ser inverno, é considerado de maior risco. "Há uma maior quantidade de chuvas, baixa salinidade do mar e as águas ficam mais turvas, o que dificulta a visibilidade dos tubarões", explica. Ele informou ainda que toda a área de proibição possui sinalização e se o banhista insiste em entrar no mar ele deve estar assumindo o risco.
» Leia reportagem especial realizada em 2006 "Tubarão - Pernambuco em alerta"

As equipes de reportagem da TV Jornal e do Jornal do Commercio estiveram no local do acidente e constataram que não havia nenhuma placa indicando a proibição de esportes náuticos no ponto em que o surfista foi atingido. Sobre isso, Alexandre Carvalho justifica que a orla pernambucana é a mais bem sinalizada do mundo, contando com mais de 60 placas no trecho de risco, que compreende cerca de 30 km de extensão. Ele confirma que há uma sinalização a cerca de 200m ao sul do local do acidente, em frente ao Cabanga Iate Club, próximo ao terminal de ônibus da linha circular. "A distribuição das placas de sinalização não é linear, ela varia de acordo com o agravamento do risco de cada área, mas toda a orla está sinalizada e nós também realizamos campanhas de orientação duas vezes por mês nesses locais. A população está ciente do risco". Justifica Alexandre
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