terça-feira, 3 de novembro de 2015

Sumiço de restos mortais em Paulista vai se transformar em caso de polícia

Rádio Jornal

A família de Jones Marques de Sena Mota está inconformada. O corpo dele foi sepultado no Cemitério Municipal Cemitério Municipal Campo Santo São José, localizado em Arthur Lundgren I, em Paulista, em agosto de 2013. Pouco mais de dois anos depois, retirado e jogado em uma vala comum. 

De acordo com a família, todas as taxas cobradas pela Prefeitura foram pagas e o túmulo era visitado com certa frequência. Porém, ao chegar no cemitério para a visita do Dia de Finados, encontraram enterrado um corpo que não é o de Jones.

Os parentes foram buscar explicações e segundo eles acabaram sendo maltratados pelos funcionários do cemitério. A informação que receberam foi a de que os restos mortais retirados são jogados numa vala comum.

A técnica de Enfermagem Edilza Maria Mota, que era irmã de Jones, diz que ninguém avisou nada sobre a retirada dos ossos. A data do enterro do novo corpo corresponde exatamente ao aniversário de dois anos de sepultamento do jovem:

A reportagem da Rádio Jornal não conseguiu localizar os responsáveis pelo Cemitério Municipal de Paulista para falar sobre o assunto.

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