segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Corpo do cantor Pierre Pressão é velado em Vitória de Santo Antão

Músico morreu no domingo (27) após passar mal em uma boate no Recife. Sepultamento está previsto para ocorrer às 16h no cemitério do município.

Do G1 PE

População presta últimas homenagens ao cantor (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Sob comoção e homenagens, o corpo do cantor Pierre Santos, de 39 anos, é velado nesta segunda-feira (28) na Câmara Municipal de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul do estado. O músico morreu na manhã do domingo (27) após passar mal em uma boate no bairro da Boa Vista, área central do Recife. O sepultamento está previsto para ocorrer às 16h no cemitério do município.

Emocionada, a irmã e produtora de Pierre, Cleide Dayane Santos, diz que o irmão viveu intensamente e fez o que quis. “O que vai ficar é a alegria dele, o sorriso. Ele sempre dizia que vivia cada momento como se fosse o último. É assim que quero lembrar dele”, desabafa. Ele deixa um filho de 13 anos.

Artista cantou no Asas da América e estava em
carreira solo (Foto: Reprodução/Facebook)

O artista foi encaminhado ao Hospital da Restauração (HR), no Derby, onde deu entrada às 2h. Conhecido artisticamente como Pierre Pressão, o rapaz morreu por volta das 5h após sofrer várias paradas cardíacas, de acordo com a unidade de saúde.

Segundo Cleide, a família foi informada sobre a morte pelo serviço social do HR. "Soubemos que ele estava num ambiente fechado quando começou a passar mal. Ele ficou roxo e gritando. Aí socorreram e mandaram ele para cá. Faltou oxigênio no cérebro e ele teve várias paradas cardíacas", contou. Cleide garante que o irmão não fazia uso de drogas e há dois anos havia parado de beber e fumar. "A paixão dele era levar alegria para as pessoas", disse ela.

Pierre é ex-vocalista da banda Asas da América e estava em carreira solo desde 2010. Ele cantava desde os 15 anos e se apresentou por várias vezes no Galo da Madrugada. “É difícil digerir de forma tão repentina. A gente canta desde pequenos na cidade. É complicado aceitar”, lamenta Jean Manso, músico e amigo de Pierre

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