sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Relembre outros nomes da história política recente do Brasil que morreram em quedas de aeronave

Ulysses Guimarães

Foto: internet

FolhaPE

A queda do avião em que estava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, na tarde desta quinta-feira (19), relembrou outros acidentes aéreos de pessoas públicas que tinham alguma ligação com o mundo da política na história recente do Brasil. Zavascki era relator da Operação Lava Jato no STF e peça fundamental no julgamento.

A morte de Marcos Freire também chocou o mundo político, em 1987. O então ministro da Reforma Agrária, que era um dos personagens mais influentes da política pernambucana, também foi vítima de um acidente aéreo, aos 56 anos. O jatinho em que viajava pelo governo de José Sarney caiu no sul do Pará.

Em 1968, Freire foi eleito prefeito de Olinda, mas renunciou após o Ato Institucional nº 5, do governo militar, que cassou seus direitos políticos. Em maio de 1970, se tornou deputado federal e defendeu a convocação da Assembléia Nacional Constituinte, a anistia para os cassados e banidos pelo regime militar, a eleição direta em todos os níveis, a reforma agrária e o fim da censura. Na década de 80, chegou a disputar eleição para o governo de Pernambuco, mas não foi eleito.

No início da década de 1990, um acidente aéreo mudou a história política do País. O voo que levava o deputado Ulysses Guimarães (PMDB) de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, para São Paulo, caiu no mar em 12 de outubro de 1992. Também estavam no helicóptero que caiu no mar a esposa de Ulysses, Mora Guimarães, o ex-senador Severo Gomes e a esposa e o piloto. O corpo de Ulysses Guimarães nunca foi encontrado.

Em 13 de agosto de 2014, em plena campanha presidencial, outro acidente aéreo tirou a vida do ex-governador de Pernambuco e então candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB). O Cessna em que estava o socialista caiu em um bairro residencial de Santos, em São Pa7lo. O candidato tinha agenda de campanha no local. 

Além de Eduardo Campos, estavam na aeronave outras seis pessoas, entre assessores e tripulação. Com a sua morte, a vice Marina Silva (Rede) foi escolhida para encabeçar a chapa do PSB.

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